sábado, 30 de dezembro de 2017

Se


Se a montanha não vai a Maomé
Bem pode ser que seja uma questão que surja
Que fé tem essa montanha
Um rato ruge
Mas mesmo assim apanha
Se o pastel está cheio de ar e vácuo
E não vazio ao mesmo tempo no cosmos
Nos diz a ciência atual
Que há de bom no mal de mau no bem
Pode me perguntar alguém pressupondo
Que trago as respostas como um mago
Ou mágico de circo com seu baralho
E um ás nas mangas pro caso de acertar
Eu posso ficar fazendo poesia sem parar
E nunca dizer nada, minha amada alegria
Nasce da própria coisa em si que é tudo isso
Mas que eu brinco de míssil, de artifício
E a mesma melodia a poesia   

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